1º de Maio será momento de defesa da vida, vacina para todos, auxílio emergencial digno e defesa dos serviços públicos. Participe!

O Dia Internacional do Trabalhador deste ano acontece num momento histórico trágico para a população mundial e, infelizmente, em grau ainda maior para os brasileiros. O Brasil já atingiu a assombrosa marca de 400 mil mortes decorrentes da pandemia de Covid-19. O fato de ser o mais rico e populoso do Brasil, com peso de 31,6% do PIB e cerca de 45 milhões de habitantes, não livra o estado de São Paulo do triste recorde de mais de 95 mil mortes.

Em meio a este cenário, o 1º de Maio está sendo convocado pelas centrais sindicais, sindicatos, movimentos populares e estudantis para defender bandeiras essenciais:

- Vacinação para todas e todos;

- Fortalecimento do SUS (Sistema Único de Saúde) e dos serviços públicos;

- Auxílio emergencial de 600 reais até o fim da pandemia;

- Investimentos públicos para gerar empregos e combater a marca de 14 milhões de desempregados;

- Não à volta das aulas presenciais enquanto a pandemia estiver fora de controle;

- Não à reforma administrativa;

- Não às privatizações;

- Fora, governo genocida!

 

Participe das atividades

Estão sendo convocadas várias atividades para marcar a passagem do 1º de Maio, a maior parte em formato virtual, mas também algumas carreatas. Confira e participe:

- Das 14h às 17h: Live dos Trabalhadores “Democracia, emprego e vacinas para todos”, com transmissão pela TVT (TV dos Trabalhadores), como você confere no banner abaixo. Presença confirmada de Chico Buarque.

- Carreatas na Grande SP

Na capital e cidades da Grande SP, haverá atividades presenciais, mas em formato seguro, com carreatas envolvendo carros, motos ou bicicletas. Clique para conferir os roteiros.

 

Um pouco da história do 1º de maio

O 1º de Maio é um dia mundial de luta da classe trabalhadora, historicamente construído para reafirmar a solidariedade de classe e o internacionalismo proletário. A data lembra o ano de 1886, quando, em Chicago, nos EUA, trabalhadores e trabalhadoras realizaram uma grande manifestação por melhores condições de trabalho e pela redução da jornada de treze para oito horas diárias. A mobilização, que se estendeu por muitos dias, foi duramente reprimida, o que resultou em mortes de manifestantes e desencadeou uma greve geral naquele país.

Em 1891, a II Internacional Socialista, no seu Congresso de Bruxelas, aprovou que o 1º de Maio fosse comemorado, todo ano em todos os países, como Dia Internacional dos Trabalhadores, com caráter da afirmação da luta de classes e reivindicação de jornada diária de 8 horas. No ano seguinte, o Brasil teve seu primeiro protesto em praça pública, para marcar a data, na cidade de Porto Alegre (RS).  

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