Dia da Mulher: luta por igualdade e contra confisco de direitos na Previdência

Os números ainda navegam em sentido contrário: em média, as mulheres ganham menos, trabalham em condições menos favoráveis, sofrem mais com o desemprego.


Mas também têm avanços a comemorar. Hoje, ocupam praticamente a metade do mercado de trabalho e não se furtam à luta! O mesmo capitalismo que as explora e faz da discriminação um instrumento de ganhos extras, contraditoriamente as agrupa enquanto trabalhadoras, o que lhes traz as condições para se organizarem e lutarem!


O Sinteps parabeniza as companheiras pela passagem de seu dia. O nosso Sindicato seguirá organizando a categoria como um todo, em defesa de melhores salários e condições de vida, por um ensino público, gratuito e de qualidade para todos! E seguirá contribuindo, também, pela igualdade entre homens e mulheres e pela superação de todas as desigualdades e discriminações na sociedade!


No Centro Paula Souza, além das reivindicações que dizem respeito a toda a categoria, as mulheres têm algumas que lhes são específicas e muito caras, como é o caso da extensão da licença maternidade de 180 dias para as celetistas, item que faz parte da nossa Pauta de Reivindicações 2018 (confira no site).

 

Um pouquinho de história

As origens do 8 de março como Dia Internacional da Mulher nos remetem ao início do século passado. A data foi consagrada em 1910, num congresso de mulheres socialistas, para marcar dois fatos importantes ocorridos pouco antes: uma greve de tecelãs norte-americanas pela redução da jornada (que chegava a 14 horas por dia) e melhores condições de trabalho, e uma greve das operárias russas contra o czarismo, a fome e a guerra.

 

Atos em todo o país

Em todo o país, o 8 de Março de 2018 será marcado com atos e comemorações pela passagem do Dia Internacional da Mulher. Na capital paulista, movimentos de mulheres, a CUT e sindicatos irão às ruas para dizer não aos retrocessos, defender a igualdade de direitos e para manter acesa a luta contra a reforma da Previdência, que ainda não foi descartada pelo governo Temer. A concentração está marcada para as 16h, na Praça Oswaldo Cruz (próxima ao Metrô Paraíso), seguida de marcha pela Avenida Paulista.


Informe-se sobre as atividades em seu município e participe!