No dia 2/10, diretores do Sinteps protocolaram, junto à Superintendência do Centro Paula Souza, o projeto de nova carreira para os trabalhadores da instituição. O projeto foi debatido e aprovado no VIII Congresso dos Trabalhadores do Ceeteps, realizado em julho deste ano.


A entrega do projeto sinaliza o início das discussões em torno da data-base de 2018, pois as alterações pedidas no documento traduzem as principais reivindicações da nossa categoria, entre elas:

 

  • Novas tabelas reajustadas para todos os segmentos;
  • Implantação da jornada para os docentes (10,20,30 e 40 horas);
  • Fim das avaliações de desempenho, com respeito à antiguidade – de 2 em 2 anos;
  • Fim do interstício para as titulações e respeito à lei da carreira;
  • Política salarial: retorno da aplicação dos índices de reajuste salarial definidos pelo Cruesp;
  • Retorno da sexta parte;
  • Aumentar as referências para todas as tabelas para garantir as titulações doutorado: (Etecs); Mestrado: (técnicos e administrativos e auxiliares de docentes) e pós-doutorado para as Fatecs;
  • Extensão da licença maternidade de 180 dias às servidoras celetistas;
  • Implantação do plano de saúde institucional;
  • Extensão do enquadramento especial por titulação aos administrativos e aos auxiliares de docente;

... dentre outras, que podem ser conferidas na íntegra do Projeto de Nova Carreira defendido pelo Sinteps. No documento, você também confere mais detalhes sobre cada reivindicação.

 

Mobilização é fator decisivo

Para a conquista destas reivindicações, o caminho é a luta!


Em 2017, tivemos conquistas importantes, como a equiparação salarial à Lei 1.080/2008 para os servidores técnico-administrativos, historicamente os mais arrochados, e as melhorias importantes na Portaria CETEC 1.263/2017, que trata sobre a pontuação, classificação e atribuição de aulas para os docentes das ETECs. Ambos os assuntos podem ser conferidos em detalhes na área de notícias do site clique aqui.


Se queremos que o governo nos respeite e atenda nossas reivindicações, não resta dúvida: teremos que ampliar a mobilização na nossa categoria!